
"Uma ficção científica brilhante e profundamente humana, que nos força a confrontar o que significa ser real." - The Guardian
Em um Londres alternativo de 1982, onde a Grã-Bretanha perdeu a Guerra das Malvinas e a tecnologia de inteligência artificial avançou a passos largos, Charlie Friend, um homem sem grandes ambições, investe sua herança na compra de Adam, um dos primeiros sintéticos realistas. Adam é um ser quase perfeito, dotado de inteligência superior, beleza e capacidade de aprender e sentir. A chegada de Adam à vida de Charlie e de sua vizinha Miranda, por quem Charlie nutre uma paixão secreta, desencadeia uma complexa teia de relacionamentos e dilemas morais.
À medida que Adam se integra à vida do casal, suas capacidades e sua própria consciência começam a desafiar as noções humanas de amor, ética e identidade. Ele questiona as falhas e imperfeições humanas, expondo segredos e verdades incômodas. McEwan explora com maestria as fronteiras entre o artificial e o orgânico, a natureza da consciência e o que realmente nos define como seres humanos.
"Máquinas como eu" é uma reflexão profunda sobre o futuro da humanidade em um mundo dominado pela IA. É uma história provocadora que nos força a confrontar nossos preconceitos, medos e esperanças em relação à tecnologia, ao mesmo tempo em que nos faz questionar a própria essência da existência e da moralidade em um cenário onde a perfeição artificial pode superar a complexidade humana.
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