
Uma provocação literária audaciosa que desafia o leitor a repensar o que é literatura. - Crítica Literária Brasileira
Em "Meu coração de pedra-pomes", Juliana Frank desafia as convenções literárias com uma obra que é, ao mesmo tempo, uma ficção e uma metalinguagem sobre o próprio ato de escrever. A autora nos convida a um julgamento fictício onde ela defende seu estilo "antiliterário crasso", repleto de expressões cotidianas e uma busca deliberada pela simplicidade. Através da personagem Lawanda e de uma narrativa que se recusa a ser profunda ou doutrinária, Frank provoca o leitor e a crítica, questionando o que define um "bom livro".
Esta obra singular é uma exploração audaciosa da escrita e da recepção literária, onde a autora se coloca no banco dos réus para justificar sua abordagem despojada e, por vezes, "desnecessária". É um convite à reflexão sobre a pretensão da simplicidade e a liberdade criativa, embalado em um texto que subverte expectativas e celebra a irreverência, prometendo uma experiência literária que é tudo, menos convencional. Prepare-se para ser provocado e entretido por esta narrativa única.
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