
por Aldous Huxley
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Uma visão profética e perturbadora que continua a ressoar com a complexidade da condição humana. - The New York Times
Em um futuro distópico, "Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley nos transporta para uma sociedade onde a felicidade é compulsória e a individualidade é suprimida. Através de engenharia genética, condicionamento psicológico e o uso ubíquo da droga "soma", os cidadãos são categorizados em castas e programados para aceitar seu destino, vivendo em uma utopia de consumo e prazer superficial.
Nesse mundo aparentemente perfeito, onde a arte, a religião e a família são relíquias do passado, Bernard Marx, um Alfa-Mais que se sente deslocado, anseia por algo mais profundo. Sua jornada o leva a uma Reserva Selvagem, onde encontra John, um jovem que cresceu fora do sistema, imerso em Shakespeare e nos valores do "mundo antigo".
O choque cultural entre John e a "civilização" revela as profundas falhas de um sistema que sacrificou a liberdade e a autenticidade em nome da estabilidade e do controle. Huxley tece uma crítica mordaz aos perigos do progresso tecnológico descontrolado e à busca incessante por uma felicidade artificial, questionando o verdadeiro custo de uma sociedade sem dor, mas também sem paixão, arte ou escolha. Uma obra atemporal que ecoa em nossos dilemas contemporâneos sobre tecnologia, liberdade e humanidade.
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