
Uma defesa corajosa e essencial da cultura em tempos de incerteza. - The Spectator
Em "A Cultura Moderna", Roger Scruton mergulha em um debate fervoroso sobre o papel e o valor da alta cultura em nosso tempo. Desde as primeiras páginas, o autor desafia as correntes desconstrutivistas e os Estudos Culturais, defendendo que a cultura, em sua essência, possui raízes profundas no religioso, atuando como um pilar civilizacional.
Scruton argumenta que, em um mundo pós-Iluminismo e cada vez mais descrente, a alta cultura emerge como a sucessora da fé, capaz de conferir sentido à existência e solidificar os alicerces de uma sociedade coesa. Esta obra não poupa críticas ao pós-modernismo e à cultura pop massificada, oferecendo uma análise perspicaz e provocadora.
Scruton celebra ícones como Baudelaire, Wagner e T. S. Eliot, enquanto questiona figuras influentes como Derrida e Foucault, e fenômenos musicais como Oasis e Nirvana. Uma leitura essencial para quem busca compreender os dilemas da cultura contemporânea e o legado que desejamos preservar.
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