
Uma meditação poética sobre a migração e a busca por um novo lar. Bercito nos entrega uma obra de rara sensibilidade. - Folha de S.Paulo
Vou sumir quando a vela se apagar é uma profunda e comovente jornada literária que mergulha nas complexidades da existência humana e nas escolhas que moldam nossos destinos. A narrativa nos apresenta a Yacub e Butrus, dois jovens amigos em um vilarejo que parece esquecido pelo tempo, onde a perspectiva de um futuro incerto os leva a contemplar uma decisão radical: deixar tudo para trás e buscar um novo começo no Brasil.
Diogo Bercito tece uma trama sensível sobre a busca por identidade e pertencimento em meio a um mundo em constante transformação. Enquanto Yacub e Butrus ponderam sobre a partida, o leitor é convidado a refletir sobre os laços que nos prendem à nossa terra natal, os sonhos que nos impulsionam e o peso das despedidas. A obra explora a delicada linha entre a esperança de um futuro melhor e a melancolia de abandonar raízes profundas.
Com uma prosa envolvente e personagens ricamente construídos, o livro aborda temas universais como migração, amizade, e a incessante procura por um lugar no mundo. É um convite à introspecção sobre o que significa "sumir" e "reaparecer" em uma nova realidade, e como a chama da vida, mesmo que pareça prestes a se apagar, pode ser reacendida em terras distantes. Uma leitura essencial para quem busca histórias que tocam a alma e provocam reflexão.
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