
Uma meditação pungente sobre a vida e a morte, com a maestria de um dos maiores cronistas brasileiros. - Folha de S.Paulo
Em "Veia Bailarina", Ignácio de Loyola Brandão nos convida a uma jornada íntima e corajosa, onde a iminência de uma cirurgia se torna o catalisador para uma profunda reflexão sobre a vida, a morte e o que significa estar vivo. Enquanto é levado ao centro cirúrgico, o autor mergulha em memórias e questionamentos existenciais, confrontando o medo do desconhecido e a incerteza do futuro.
Com sua prosa marcante e sensível, Brandão tece uma narrativa que transita entre o humor sutil e a melancolia, explorando a fragilidade da existência humana. Ele não teme a morte em si, mas sim a possibilidade de sobreviver com sequelas, de perder a essência de quem é. É um jogo de vida ou morte, onde cada pensamento é um passo em direção a um novo "eu" ou ao vazio.
Esta obra é um convite à introspecção, a ponderar sobre o legado que deixamos, as reações daqueles que nos amam e a própria natureza do tempo. Uma meditação poética e honesta sobre a finitude, que ressoa com a experiência universal da vulnerabilidade e da busca por sentido diante dos grandes mistérios da vida.
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