
Um thriller psicológico implacável que prende o leitor do início ao fim. – The Guardian
“Um, Dó, Li, Tá” mergulha o leitor em um pesadelo claustrofóbico e moralmente desafiador. A história começa com Amy e Sam, um jovem casal que, após um concerto em Londres, aceita uma carona que os leva a um cativeiro brutal. Eles acordam presos em uma piscina de saltos abandonada, um poço liso e inexpugnável, sem escadas ou qualquer forma de escape. O terror se instala quando uma voz distorcida os contata através de um celular, revelando uma escolha sádica: apenas um deles pode viver, e a liberdade virá ao custo da vida do outro.
Com uma única bala e uma arma no chão da piscina, Amy é confrontada com a decisão mais hedionda de sua vida. A cada segundo, a esperança se esvai, e a sanidade é posta à prova. M. J. Arlidge constrói um cenário de suspense implacável, explorando os limites da natureza humana sob extrema pressão. A narrativa é um mergulho profundo na psicologia do medo, da culpa e da sobrevivência, forçando o leitor a questionar o que faria em uma situação onde a vida de quem se ama está diretamente ligada à própria morte.
Este thriller psicológico é uma corrida contra o tempo, onde cada memória feliz se torna uma tortura e a linha entre vítima e algoz se desfaz. A tensão é palpável, e o leitor é arrastado para o dilema angustiante de Amy, testemunhando a degradação da esperança e a emergência de instintos primários. Uma leitura viciante que desafia a moralidade e prende do início ao fim.
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