
Uma exploração tocante e honesta do luto e da memória, que ressoa profundamente. - Revista Literária
Em "Triste não é ao certo a palavra", Gabriel Abreu nos convida a uma jornada íntima e comovente através das memórias de um filho que lida com a ausência de sua mãe. O narrador, em um processo de luto e redescoberta, mergulha em vestígios do passado – um diário esquecido, fotografias amareladas e cartas que revelam a essência de uma mulher complexa e amada.
A narrativa se desenrola em um delicado balanço entre a dor da perda e a beleza das recordações. O autor explora a fragilidade da memória e a forma como construímos e reconstruímos a imagem daqueles que se foram. Através de um e-mail antigo da mãe, que aborda temas como solidão e superação, o protagonista encontra um guia inesperado para navegar sua própria melancolia e compreender a profundidade dos laços familiares.
Este romance psicológico é uma meditação profunda sobre o luto, a identidade e o legado que deixamos. É um convite à reflexão sobre o amor incondicional, a complexidade das relações maternas e a busca por significado em meio à dor. Uma obra sensível que ressoa com qualquer um que já enfrentou a perda e a necessidade de se reconectar com o passado para seguir em frente.
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