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Uma meditação profunda sobre a imortalidade e a condição humana, que ressoa com a genialidade existencialista de Beauvoir. - Le Monde
Em "Todos os Homens São Mortais", Simone de Beauvoir mergulha nas profundezas da condição humana através da saga do Conde Fosca, um personagem do século XIII que, por um elixir mágico, é condenado à imortalidade. Testemunhando séculos de história, Fosca confronta a efemeridade da vida e a futilidade da existência eterna, questionando os pilares da ambição, do poder, do prazer e da transcendência. Sua jornada é um ensaio ficcional que expõe os absurdos da consciência e a busca incessante por significado em um mundo em constante mudança.
Este romance fascinante serve como uma porta de entrada para a filosofia existencialista de Beauvoir, explorando as complexidades da liberdade e da responsabilidade individual. Através dos olhos de Fosca, o leitor é convidado a refletir sobre o que realmente significa viver, amar e morrer, e se a imortalidade seria uma bênção ou uma maldição. Uma obra atemporal que desafia percepções e provoca uma profunda introspecção sobre o destino humano.
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