
Uma sátira brilhante e atemporal sobre a futilidade da riqueza e a busca pela imortalidade. – The Guardian
Em "Também o Cisne Morre", Aldous Huxley, um dos maiores intelectuais do século XX, nos transporta para a efervescente Los Angeles dos anos 1930, onde a opulência e a superficialidade dos magnatas da época são dissecadas com maestria. A trama se desenrola em torno de Jeremy Pordage, um scholar britânico pedante e inseguro, que é contratado pelo excêntrico e poderoso milionário Jo Stoyte para analisar documentos antigos.
Stoyte, uma figura tão grandiosa quanto vazia, teria sido a inspiração para o icônico Cidadão Kane, e sua persona serve como um espelho para a crítica mordaz de Huxley à elite californiana. O encontro desses dois mundos – a erudição europeia e o materialismo americano – gera um choque cultural e filosófico que expõe as hipocrisias e as buscas fúteis por imortalidade e significado em uma sociedade obcecada pelo poder e pela juventude eterna.
Publicado originalmente em 1939, este romance é uma sátira perspicaz que transcende sua época, oferecendo uma reflexão atemporal sobre a natureza humana, a decadência moral e a ilusão da felicidade material. Uma obra essencial para quem busca uma crítica social afiada e uma narrativa envolvente.
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