
Profundo e inquietante, um mergulho na psicologia do ciúme e da moralidade social. – The New York Times
Em "Sonata a Kreutzer", Liev Tolstói mergulha nas profundezas da paixão, do ciúme e da hipocrisia social através da confissão perturbadora de Pózdnichev, um homem que cometeu um crime passional. A narrativa, que se desenrola durante uma viagem de comboio, revela a visão distorcida do protagonista sobre o casamento, o amor e a sexualidade, influenciada por uma sociedade repressora e por suas próprias inseguranças.
Com sua maestria literária, Tolstói explora o desequilíbrio nas relações entre homens e mulheres e as convenções sociais que sufocam a verdadeira intimidade. A obra questiona a natureza do desejo, a fidelidade conjugal e as consequências devastadoras de uma moralidade rígida e de expectativas irrealistas.
Este clássico da literatura russa é uma análise incisiva da psique humana e das tensões inerentes à vida a dois. A "Sonata a Kreutzer" de Beethoven, que dá título à novela, serve como um catalisador para a espiral de ciúme e loucura de Pózdnichev, culminando em um desfecho trágico que choca e provoca reflexão. Uma obra atemporal que desafia o leitor a confrontar as complexidades do amor e da condição humana.
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