
Uma despedida poética de rara beleza e melancolia, que consagra António Feijó como um mestre da palavra. - Crítica Literária Portuguesa
“Sol de Inverno: Últimos Versos (1915)” é uma pungente coletânea póstuma de poemas do aclamado António Feijó, um dos grandes nomes da poesia portuguesa. Publicada em 1922, esta obra representa o "canto do cisne" do autor, reunindo os seus derradeiros versos, meticulosamente preparados por ele antes de sua morte em 1917.
Em meio ao turbilhão da Primeira Guerra Mundial, que impedia a circulação de seus manuscritos, Feijó deixou um legado poético que se revela aqui em sua plenitude. Os poemas, imbuídos de uma sensibilidade ímpar, exploram temas universais com a delicadeza e a profundidade que marcaram sua carreira.
Esta edição, que inclui também "Novas Bailatas", oferece ao leitor uma oportunidade única de mergulhar na alma de um poeta que, mesmo diante do fim, afirmava seu talento com magnificência. Uma leitura essencial para os amantes da literatura clássica portuguesa e para aqueles que buscam a beleza na reflexão sobre a vida e a passagem do tempo.
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