
Uma obra-prima... um romance brilhante e perturbador. - The New York Times
“Sábado” nos imerge na vida de Henry Perowne, um neurocirurgião bem-sucedido e pragmático, ao longo de um único dia em Londres, em fevereiro de 2003. Enquanto a cidade se prepara para uma grande manifestação contra a guerra no Iraque, Perowne acorda antes do amanhecer, sentindo uma estranha inquietação. O dia se desenrola com os rituais familiares de sua vida privilegiada – a corrida matinal, o jogo de squash, a visita à mãe com demência – mas é pontuado por reflexões profundas sobre a ciência, a política global e a fragilidade da existência humana.
A narrativa, rica em detalhes e observações perspicazes, explora a mente de um homem racional confrontado com a imprevisibilidade do mundo. A tensão aumenta quando um pequeno acidente de carro o coloca em rota de colisão com Baxter, um jovem violento e imprevisível, cujas ações ameaçam desestabilizar a paz de seu lar e a segurança de sua família. McEwan tece uma trama que é ao mesmo tempo um retrato íntimo da vida doméstica e uma meditação sobre os grandes dilemas morais e políticos de nosso tempo.
Este é um romance que questiona a natureza da felicidade, a responsabilidade individual e coletiva, e como a ordem da vida cotidiana pode ser subvertida por eventos externos e pela irracionalidade humana. Uma obra-prima de introspecção e suspense, "Sábado" é um convite à reflexão sobre o que significa viver plenamente em um mundo incerto.
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