
Uma estreia sombria, divertida e profundamente comovente. - The New York Times Book Review
Em "Quase só coisas mortas", Kristen Arnett nos transporta para o universo peculiar de Jessa-Lynn, uma taxidermista que vive em uma Flórida excêntrica e sufocante. Após o chocante suicídio de seu pai, Jessa-Lynn se vê mergulhada em um luto complexo e na responsabilidade de manter o negócio de taxidermia da família, um legado que é tanto um fardo quanto uma forma de conexão com o passado.
Enquanto tenta lidar com a dor e a ausência, ela se depara com os segredos não ditos de sua família e a dinâmica disfuncional com sua mãe e irmão. A narrativa é um mergulho íntimo na psique de Jessa-Lynn, que busca entender sua identidade, sua sexualidade e o verdadeiro significado de lar em meio à excentricidade de seu entorno e à crueza da morte que a cerca diariamente.
Com uma prosa afiada, humor ácido e uma sensibilidade tocante, Arnett constrói uma história comovente sobre amor, perda e a busca por conexão. É uma exploração profunda da forma como lidamos com o luto, a família e a resiliência humana, revelando que, mesmo entre "quase só coisas mortas", a vida encontra maneiras inesperadas de persistir e se manifestar.
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