
Uma obra poética e visceral que nos lembra da beleza e da dor de se reinventar. - Jornal da Literatura
“Primeiro Eu Tive Que Morrer” é uma jornada literária profunda e emocionante, que convida o leitor a uma imersão na complexidade da existência e do autoconhecimento. A obra, da aclamada Lorena Portela, transcende a ideia convencional de amor, explorando-o como um catalisador para a transformação pessoal e a redescoberta.
Ambientada no vibrante Nordeste brasileiro, a narrativa se desenrola através das experiências de personagens como Gloria, Guida, Luana e Sabrina, cujas vidas se entrelaçam em um mosaico de emoções e desafios. A protagonista embarca em uma viagem rumo a Jericoacoara, um refúgio que se torna palco para uma intensa batalha interna e a busca por um novo começo, longe das pressões e expectativas.
Com uma prosa poética e envolvente, Portela tece uma história sobre a necessidade de "morrer" para o antigo eu, a fim de renascer mais forte e autêntico. É um convite à reflexão sobre as feridas abertas que precisam ser costuradas, os sonhos esquecidos que merecem ser retomados e a coragem de se enxergar verdadeiramente, mesmo quando o destino sopra areia nos olhos. Uma ode à resiliência feminina e à capacidade de encontrar beleza e força nas águas salgadas da vida – lágrimas, suor e mar.
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