
Uma imersão perturbadora na mente humana, onde a linha entre perseguidor e perseguido se desfaz em um suspense magistral. – O Globo
Em "Perseguido", Luiz Alfredo Garcia-Roza mergulha nas profundezas da psique humana e no labirinto da investigação criminal. A trama se inicia com um psiquiatra de um hospital universitário que se sente inexplicavelmente perseguido por um jovem paciente. A sensação de ameaça se intensifica, contaminando até mesmo pessoas próximas ao médico, criando uma atmosfera de paranoia e incerteza.
O mistério se aprofunda quando o paciente desaparece sem deixar rastros e, meses depois, é dado como morto. No entanto, sua morte é apenas o prelúdio de uma série de eventos perturbadores, com outras mortes suspeitas que se seguem. A linha entre o real e o imaginário, entre a perseguição e a paranoia, torna-se cada vez mais tênue, e a grande questão permanece: quem é a vítima e quem é o algoz? As mortes são naturais ou assassinatos meticulosamente planejados?
É nesse cenário de ambiguidade e terror psicológico que o delegado Espinosa, figura icônica da literatura policial brasileira, é chamado para desvendar o enigma. Com sua perspicácia e seu método peculiar de investigação, Espinosa precisa separar a fantasia da realidade, confiando apenas em sua intuição e na análise fria dos fatos para desvendar uma verdade que pode ser mais sombria do que qualquer um imagina. Uma obra que explora os limites da mente e a natureza da culpa.
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