
Uma distopia brasileira original e envolvente, que prende o leitor do início ao fim. - Crítica Literária
No primeiro volume da trilogia "OXZ e o CLÃ", somos transportados para um futuro distópico onde a rotina e o controle parecem ditar a vida na "avenida dos Trabalhadores". Em meio a essa paisagem cinzenta, uma antiga profecia ecoa, falando de um "desgraçado" – um indivíduo temido e incompreendido, mas destinado a portar "A Chave". Quem é esse ser enigmático e qual o seu papel em um mundo que parece ter esquecido a esperança?
A narrativa se desenrola com a introdução de OXZ, um personagem central que parece carregar o peso dessa profecia. Enquanto a sociedade se move em um ritmo mecânico, com guardas cochilando em suas torres de comando e sistemas de economia controlando a luz do dia, um evento sutil e misterioso – um objeto brilhante voando em direção à escadaria central – sugere que as engrenagens desse mundo estão prestes a mudar.
"Livro Água" mergulha o leitor em uma jornada de autodescoberta e confronto, onde segredos antigos da "Cidade Original" e o "Clã de Prata" vêm à tona. O julgamento de OXZ, o sequestro de Polvotrom e a enigmática Madame Anay são apenas alguns dos desafios que moldarão o destino do protagonista e, talvez, de toda a humanidade. Prepare-se para uma aventura épica que questiona o poder, a identidade e o verdadeiro significado da liberdade em um universo onde a linha entre o bem e o mal é tênue.
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