
por Marquês de Sade
“Uma obra-prima da transgressão, que continua a chocar e a provocar, revelando as profundezas mais sombrias da alma humana.” - Le Monde
“Os 120 Dias de Sodoma” é a obra-prima inacabada e mais infame do Marquês de Sade, um clássico da literatura transgressora que desafia os limites da moralidade e da experiência humana. Escrito em 1785, este romance chocante narra a história de quatro libertinos ricos e poderosos que se isolam em um castelo remoto para se entregarem a quatro meses de depravação sexual e tortura inimagináveis, com a ajuda de um harém de vítimas e contadores de histórias.
Sade, um autor perseguido que passou grande parte da vida na prisão, utiliza esta narrativa para explorar as profundezas da psique humana, a natureza do poder absoluto e a corrupção dos costumes. A obra é uma investigação filosófica brutal sobre a liberdade individual, o prazer, a dor e a completa ausência de remorso, expondo a violência inerente ao erotismo e à transgressão.
Considerado um marco na literatura ocidental, "Os 120 Dias de Sodoma" é uma leitura desafiadora que força o leitor a confrontar os aspectos mais sombrios da humanidade e da sociedade. É uma obra essencial para quem busca compreender as raízes do pensamento libertino e a crítica radical às convenções sociais do Iluminismo.
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