
Uma narrativa tensa e envolvente que prende o leitor do início ao fim. – Le Figaro
Agosto de 1903. A gélida Sibéria, um contraste brutal com o calor sufocante do verão, torna-se palco de um horror indizível. A notícia de um massacre brutal na remota aldeia de Tibié se espalha como fogo, alcançando até mesmo os salões aristocráticos de São Petersburgo e os ouvidos do próprio Czar. Ninguém consegue ignorar a barbárie que dizimou uma comunidade inteira, deixando um rastro de corpos hediondamente mutilados.
Dois monges, em sua jornada por aquelas terras inóspitas, são os primeiros a testemunhar a cena macabra. Atraídos pela estranha quietude do vilarejo, eles se deparam com um cenário de devastação: animais degolados, rebanhos em poças de sangue e, finalmente, os corpos desfigurados dos aldeões. A crueldade do ataque é chocante, e a ausência de um agressor visível lança uma sombra de terror e mistério sobre o ocorrido.
"O Tigre" mergulha o leitor em uma atmosfera de suspense e intriga histórica, onde a busca por respostas se choca com a vastidão implacável da Sibéria e os segredos de um império. Quem ou o que seria capaz de tamanha atrocidade? Joël Dicker, mestre em construir narrativas envolventes, tece uma trama que explora os limites da natureza humana e o impacto do desconhecido, prendendo o leitor do início ao fim.
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