
por Oscar Wilde
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Uma obra-prima gótica que disseca a vaidade e a corrupção da alma humana com uma elegância perturbadora. - The Guardian
Em "O Retrato de Dorian Gray", Oscar Wilde nos presenteia com uma obra-prima da literatura gótica e filosófica, explorando os perigos da vaidade, da busca incessante pela beleza e da corrupção da alma. A história se desenrola em Londres, onde o jovem e belo Dorian Gray tem seu retrato pintado pelo talentoso Basil Hallward. Fascinado pela própria imagem e influenciado pelas ideias hedonistas de Lord Henry Wotton, Dorian faz um pacto sombrio: sua beleza permanecerá intacta e eternamente jovem, enquanto o retrato envelhecerá e carregará as marcas de seus pecados e vícios.
À medida que Dorian se entrega a uma vida de prazeres desenfreados, crueldade e depravação, o retrato em seu sótão se transforma em um espelho grotesco de sua alma corrompida. Cada ato de maldade, cada mentira e cada traição deixam uma cicatriz na tela, enquanto o próprio Dorian mantém sua aparência angelical, enganando a sociedade e a si mesmo. A obra é uma profunda meditação sobre a dualidade humana, a arte, a moralidade e as consequências devastadoras de uma vida sem limites éticos.
Wilde tece uma narrativa envolvente, repleta de diálogos afiados e reflexões profundas sobre a natureza da beleza, da juventude e da decadência. Acompanhe a jornada de Dorian Gray enquanto ele confronta a terrível verdade de seu pacto e as implicações de sua imortalidade estética, em um conto atemporal que questiona o preço da alma em troca da eterna juventude e da satisfação dos desejos mais sombrios.
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