
Uma odisseia humana que transcende o tempo, repleta de reflexões profundas sobre a imortalidade e a essência da existência. - Publishers Weekly
Em "O Ladrão do Tempo", John Boyne nos transporta para a extraordinária jornada de Matthieu Zela, um homem condenado a uma imortalidade enigmática. Em 1758, após testemunhar um assassinato brutal e fugir de Paris com seu meio-irmão caçula, Matthieu descobre que o tempo não mais o afeta da mesma forma: seu corpo para de envelhecer, mantendo a aparência de um homem de cinquenta anos por séculos.
Atravessando a Revolução Francesa, os vibrantes anos 1920 em Hollywood e a devastadora quebra da Bolsa de Nova York, Zela é um observador privilegiado e um participante relutante da história. Sua vida, marcada por perdas e reinvenções, é uma meditação profunda sobre o que significa viver quando a morte é uma impossibilidade distante.
Ao final do século XX, ele decide revisitar suas memórias, confrontando a solidão e a busca incessante por um propósito em uma existência que desafia a compreensão humana. Uma saga épica que explora a identidade, a memória e o peso do tempo, convidando o leitor a refletir sobre a própria finitude e o legado que deixamos.
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