
Uma obra-prima de suspense filosófico e sátira mordaz, onde a busca pela verdade é tão labiríntica quanto a própria identidade. - The Times Literary Supplement
Em "O Homem que era Quinta-Feira", G. K. Chesterton nos mergulha em um labirinto de mistério e filosofia, onde a realidade se dobra e a identidade é um disfarce. Gabriel Syme, um detetive infiltrado, aceita a perigosa missão de se juntar ao Conselho Anarquista da Europa Central, um grupo enigmático liderado pelo temível "Domingo". Assumindo a identidade de "Quinta-Feira", Syme se vê em um jogo de gato e rato, onde cada membro do conselho representa um dia da semana, e a lealdade é uma ilusão.
À medida que a perseguição se intensifica pela Europa, Syme questiona não apenas a identidade de seus inimigos, mas também a sua própria. Quem são os verdadeiros anarquistas? Quem é o misterioso Domingo, cuja natureza humana é mais aterrorizante do que qualquer dogma? Chesterton tece uma trama engenhosa que explora temas de moralidade, ordem e caos, e a busca pela verdade em um mundo de aparências.
Este clássico de 1908 é uma sátira brilhante e um thriller metafísico que desafia as convenções e convida o leitor a refletir sobre a natureza do bem e do mal, da liberdade e da autoridade. Uma obra atemporal que continua a fascinar com sua prosa espirituosa e sua profunda investigação da condição humana.
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