
Moody mistura as lendas do jazz a seus personagens numa excelente história policial. E o que é melhor: consegue atingir uma intensidade perfeita escrevendo sobre música de maneira maravilhosa. - PUBLISHERS WEEKLY
No Rastro de Chet Baker mergulha o leitor em um intrigante mistério ambientado no vibrante mundo do jazz. O pianista Evan Horne, mais conhecido por suas incursões como detetive amador, busca um refúgio em Londres, esperando dedicar-se exclusivamente à música e escapar das encrencas passadas. No entanto, seu amigo Ace Buffington o arrasta para uma investigação que promete ser tudo, menos tranquila: desvendar as circunstâncias da enigmática morte do lendário trompetista Chet Baker, que caiu de uma janela em Amsterdã em 1988.
Relutante, Evan aceita a proposta, mas o que começa como uma pesquisa para uma biografia logo se transforma em um perigoso jogo de gato e rato. Em Amsterdã, no mesmo hotel onde Baker passou seus últimos momentos, Ace desaparece misteriosamente, deixando Evan sozinho e profundamente envolvido em uma trama que ecoa a própria vida turbulenta de seu ídolo.
Conforme Evan desvenda segredos e confronta perigos, ele se vê obrigado a reviver os últimos dias de Chet Baker, questionando se a morte foi um acidente, suicídio ou assassinato. A narrativa de Bill Moody tece uma rica tapeçaria de ficção e realidade, explorando a complexidade da vida de um gênio do jazz e os perigos de se aventurar em seu rastro. Uma leitura compulsiva para amantes de mistério e da música.
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