
Uma meditação brilhante e implacável sobre arte, crítica e a condição humana. – The New York Times
Em "Mestres Antigos", Thomas Bernhard nos transporta para o Kunsthistorisches Museum de Viena, onde o leitor é convidado a acompanhar o monólogo implacável e genial de Reger, um crítico musical de 82 anos. Através dos olhos de seu amigo Atzbacher, testemunhamos o ritual diário de Reger: contemplar o "Homem de barba branca" de Tintoretto, um hábito que ele mantém há mais de trinta anos.
Esta obra é uma torrente ininterrupta de reflexões profundas e, por vezes, mordazes sobre a arte, a filosofia, a sociedade vienense e a própria condição humana. Bernhard, com sua prosa densa e estilo inconfundível, tece uma narrativa hipnotizante onde a crítica cultural se mistura com um humor negro e uma melancolia existencial. Reger disseciona a busca pela perfeição na arte e a inevitável falha inerente à vida, questionando o legado dos "mestres antigos" em todas as suas formas.
"Mestres Antigos" é uma meditação poderosa sobre a natureza da crítica, a futilidade da busca por verdades absolutas e a complexidade das relações humanas. É uma experiência literária que desafia o leitor a confrontar suas próprias percepções sobre beleza, valor e o papel da cultura, oferecendo um olhar penetrante e inesquecível sobre a individualidade e a obsessão.
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