
por James Bridle
Uma investigação fascinante sobre a inteligência e o nosso lugar no mundo, que nos força a repensar tudo o que sabemos.” – The Guardian
Em um mundo cada vez mais complexo, onde a inteligência humana nos trouxe tanto avanços quanto crises sem precedentes, James Bridle nos convida a uma profunda reflexão. Desde a Acrópole aos computadores, nossa capacidade de criar é inegável, mas também o é o rastro de destruição que deixamos, da bomba atômica à mudança climática, e o risco iminente de inteligências artificiais descontroladas.
Em "Maneiras de ser", Bridle argumenta que a raiz dessas crises reside em uma falha fundamental da nossa imaginação. A obsessão em dominar a natureza e explorá-la para nosso benefício criou uma perigosa dicotomia entre o humano e o não humano. O autor propõe que a verdadeira restauração – e a nossa própria sobrevivência – depende de uma aceitação mais plena do "mundo mais que humano", reconhecendo e valorizando as diversas formas de ser, existir e manifestar inteligência em animais, plantas e até mesmo máquinas.
Com uma abordagem multidisciplinar e um tom auspicioso, Bridle expande as ideias de seu trabalho anterior, "A nova idade das trevas", para explorar uma "ecologia da tecnologia". Ele nos desafia a repensar nossa posição no planeta, a questionar a ilusão de superioridade humana e a buscar uma solidariedade com todas as formas de vida. Uma leitura essencial para quem busca compreender e navegar pelos desafios de nosso tempo, oferecendo uma nova perspectiva sobre o futuro da inteligência planetária.
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