
por Johan Huizinga
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"A obra mais importante na filosofia da história em nosso século." - Roger Caillois
Em "Homo Ludens", Johan Huizinga apresenta uma das mais influentes teses do século XX sobre a cultura humana: a de que o jogo é um elemento fundamental e constitutivo da civilização. Longe de ser uma atividade meramente recreativa ou secundária, o autor argumenta que o impulso lúdico precede e permeia diversas esferas da vida humana, desde a linguagem e o direito até a guerra e o conhecimento.
Com uma perspectiva histórica e cultural profunda, Huizinga explora como as formas lúdicas se manifestam em rituais, competições e na própria estrutura social, moldando a identidade e o desenvolvimento das sociedades. Ele desafia a visão de que o homem é apenas "Homo sapiens" (racional) ou "Homo faber" (fazedor), propondo que a designação "Homo ludens" (homem que joga) é igualmente essencial para compreender a essência da humanidade.
Esta obra seminal convida o leitor a uma reflexão instigante sobre as origens e a evolução da cultura, revelando o poder transformador do jogo como motor da criatividade, da ordem social e da própria civilização. Uma leitura indispensável para quem busca entender as raízes profundas do comportamento humano e da construção social.
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