Uma obra-prima da introspecção e da liberdade feminina. - The Guardian
Em "Henry e June", Anaïs Nin nos convida a mergulhar nos diários íntimos que registraram um ano transformador em sua vida, entre 1931 e 1932, na efervescente Paris. Esta obra-prima revela o florescer sexual e psicológico da autora, que se vê enredada em um complexo triângulo amoroso com o escritor Henry Miller e sua enigmática esposa, June.
A paixão avassaladora por Miller e a fascinação pela beleza de June desvendam para Anaïs um novo universo de liberdade e autoconhecimento. Ela explora os limites de sua moralidade e sexualidade, confrontando as convenções sociais e os alicerces de seu próprio casamento. A jornada a leva a uma profunda psicanálise, enquanto ela tenta conciliar seus desejos mais profundos com as realidades de sua vida.
Considerado por muitos o ponto alto da obra de Anaïs Nin, este diário não expurgado é um testemunho corajoso da busca feminina por autenticidade e paixão. É uma exploração visceral das relações humanas, da identidade e da complexidade do desejo, que ressoa com uma honestidade brutal e uma prosa lírica. Uma leitura essencial para quem busca compreender as profundezas da alma humana.
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