
Um monumento definitivo de nossa prosa memorialista, que descreve com beleza e inteligência as complexidades da vida íntima e social.
Em "Galo das Trevas", Pedro Nava, um estilista da palavra, tece um monumento definitivo da prosa memorialista brasileira. Com uma linguagem que mescla ironia, sentimentalismo e um detalhismo sensorial ímpar, Nava nos convida a um mergulho profundo nas noites insones, muitas vezes desesperadoras, que assombravam sua existência.
Mais do que um relato pessoal, esta obra é um vasto painel da trajetória do autor e da própria história do Brasil, onde o público e o privado, o campo e a cidade, a ignorância e a ilustração, a pobreza e a opulência se entrelaçam. Escrito entre 1978 e 1980, este volume, dividido em duas seções ("Negro" e "O branco e marrom"), revela a maestria de Nava em descrever com beleza e inteligência as complexidades da vida íntima e social.
Uma leitura essencial para quem busca uma reflexão profunda sobre a condição humana e a memória de um país, "Galo das Trevas" é um testemunho literário que ressoa com a alma e a história brasileira.
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