
2 versões deste livro. Avalie qual ficou melhor.
Entre para avaliar e ajudar a curar a melhor versão.
Uma análise incisiva da persistente hostilidade contra Freud e a psicanálise, essencial para o debate contemporâneo. - Le Nouvel Observateur
Em "Freud — mas por que tanto ódio?", a renomada psicanalista Elisabeth Roudinesco oferece uma resposta incisiva e erudita aos ataques virulentos direcionados a Sigmund Freud e à psicanálise. A obra surge como uma refutação direta ao polêmico livro de Michel Onfray, que retratou Freud como um impostor, homofóbico e fascista, ressuscitando antigas calúnias e distorções históricas.
Roudinesco desmascara as acusações infundadas, apontando erros factuais e a malícia por trás de boatos que há muito tempo tentam desacreditar o legado freudiano. Ela argumenta que a persistência desse ódio não é acidental, mas uma reação histórica à ousadia de Freud em desvendar os aspectos mais profundos e perturbadores da psique humana, como a sexualidade, a intimidade e a pulsão de morte, desafiando mitos e convenções sociais.
Mais do que uma defesa, o livro é uma análise profunda sobre a natureza da crítica e do ressentimento contra ideias que confrontam o status quo. A autora explora como a psicanálise, ao longo de sua história, foi alvo de diversas ideologias, desde o nazismo até o stalinismo. Complementam a edição artigos de especialistas em história, filosofia e psiquiatria, além de uma entrevista com Roudinesco, enriquecendo o debate sobre a relevância e a resiliência da psicanálise. Uma leitura essencial para compreender a complexa herança freudiana e os desafios que ela ainda enfrenta no cenário intelectual contemporâneo.
Faça login para compartilhar sua opinião com a comunidade
Seja o primeiro a avaliar este livro