
Uma obra-prima psicológica que desvenda as nuances da alma feminina e a ilusão da felicidade conjugal. - The Guardian
Publicada em 1859, "Felicidade Conjugal" é uma das primeiras grandes obras de Lev Tolstói, mergulhando na complexidade do amor e do casamento sob uma perspectiva feminina. A jovem e bela Mária narra sua jornada desde o despertar dos sentidos e a paixão inicial até as desilusões e a busca por um sentido mais profundo na vida.
Tolstói, com sua maestria psicológica, desvenda as nuances da alma de Mária, explorando as expectativas românticas e a dura realidade da vida a dois. A narrativa acompanha a protagonista enquanto ela confronta as idealizações juvenis com as verdades amargas da existência, questionando a própria natureza da felicidade e do desejo.
Este romance atemporal é um estudo profundo sobre as transformações do amor e a busca por autenticidade em um relacionamento. Com uma prosa delicada e introspectiva, Tolstói convida o leitor a refletir sobre os altos e baixos da vida conjugal e a incessante procura por um significado que transcenda as convenções sociais. Uma obra essencial para compreender a evolução do pensamento tolstoiniano e a condição humana.
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