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Uma fábula distópica que questiona a essência da humanidade e a busca pela liberdade. - Le Monde
Em um mundo distópico e misterioso, uma jovem mulher vive confinada em um bunker subterrâneo com outras mulheres. Ela nunca viu um homem, nem conhece o mundo exterior, apenas o que lhe é contado e o que observa das poucas interações. Quando o confinamento é abruptamente rompido, ela é lançada em uma realidade desconhecida e assustadora, onde a liberdade é tão opressora quanto a prisão.
Enquanto a protagonista tenta decifrar as complexidades da sociedade e da natureza humana, ela se depara com questões profundas sobre identidade, gênero, liberdade e o significado da existência. Sua jornada é uma busca incessante por compreensão em um universo que desafia todas as suas concepções pré-estabelecidas.
"Eu que nunca conheci os homens" é uma obra-prima da literatura contemporânea que nos convida a refletir sobre os pilares da nossa própria civilização. Uma narrativa poderosa e poética que explora a fragilidade da condição humana e a incessante busca por um lugar no mundo.
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