
Um marco incontornável da poesia portuguesa, onde a alma se dispersa e se reencontra em versos de beleza atormentada. - Jornal de Letras
“Dispersão: 12 Poesias” é a obra de estreia de Mário de Sá-Carneiro, um dos maiores expoentes do Modernismo português e figura central da Geração d'Orpheu. Publicada em 1914, esta coletânea de doze poemas mergulha nas profundezas da alma humana, explorando temas como a fragmentação do eu, a busca incessante por identidade e a angústia existencial que marcam a modernidade.
Com uma linguagem rica e inovadora, Sá-Carneiro convida o leitor a uma jornada introspectiva, onde a realidade se dissolve em um universo de sensações, sonhos e mistérios. Os versos revelam um espírito inquieto, dividido entre o desejo de transcendência e a consciência da própria solidão, sempre em busca de uma beleza idealizada que reside além do mundo material.
Cada poema é um espelho da alma do poeta, refletindo sua genialidade e sua atormentada sensibilidade. “Dispersão” não é apenas uma coleção de poemas; é um manifesto de uma nova era literária, um convite à reflexão sobre a condição humana e a complexidade do ser. Uma leitura essencial para quem busca a essência da poesia moderna portuguesa.
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