
Uma obra comovente e corajosa que transforma a dor em esperança, convidando o leitor a uma profunda reflexão sobre a vida e a perda. - Jornal Literário
“Conversas que não tive com a minha mãe” é uma obra profundamente tocante e íntima de Felipe Brandão, que nos convida a uma jornada de autodescoberta e cura através das memórias. O autor desenterra um antigo caderno de rascunhos de sua juventude, repleto de pensamentos, poesias e minicrônicas que serviram de refúgio para suas dores mais profundas.
Este livro é um mosaico de reflexões sobre a perda precoce da mãe, as dificuldades enfrentadas com o pai e a árdua busca por aceitação de sua própria identidade. Brandão tece uma narrativa sensível e honesta, onde a dor se entrelaça com a esperança, mostrando como é possível encontrar luz mesmo nos momentos mais sombrios.
Mais do que um relato pessoal, é um convite para o leitor revisitar suas próprias "conversas não ditas", suas mágoas e seus sonhos. Com uma estrutura que permite a leitura contínua ou aleatória, cada página é um fragmento de uma constelação de sentimentos, prometendo inspirar uma renovada vontade de viver e de abraçar a própria história. Uma obra que ressoa com a universalidade da experiência humana de luto, resiliência e amor.
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