
Uma análise histórica profunda e reveladora sobre a persistente busca humana por liberdade e comunidade. - Publishers Weekly
Em "Comunalismo", Kenneth Rexroth desvenda uma história alternativa e muitas vezes silenciada da busca humana pela liberdade e por formas de organização social não-coercitivas. Longe das narrativas oficiais, Rexroth explora as raízes do comunalismo desde as aldeias neolíticas até as comunidades intencionais do século XX, passando por movimentos históricos como os Essênios, a Igreja Primitiva, os Hussitas, a Reforma Radical de Thomas Münzer, os Anabatistas, os Diggers e as experiências utópicas na América.
A obra é um convite à reflexão sobre a vocação libertária da humanidade, que se manifestou em diversas épocas e culturas, desafiando a opressão de clérigos e classes dominantes. Rexroth argumenta que, antes de 1918, o termo 'comunismo' frequentemente designava um ideal de abolição do Estado e retorno a uma comunidade orgânica, baseada em relações humanas voluntárias e não-coercitivas, em contraste com a interpretação bolchevique posterior.
Com uma análise perspicaz, o autor resgata a essência de movimentos que buscaram a autonomia e a solidariedade, revelando como a luta pela liberdade e pela vida em comunidade é um fio condutor na tapeçaria da história. Este livro é essencial para quem busca compreender as diversas faces do pensamento libertário e as tentativas de construir sociedades mais justas e equitativas.
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