
Um drama familiar intenso e cheio de reviravoltas que explora os limites do amor e do ressentimento. – Revista Literária
Em "Com amor, mamãe", Iliana Xander nos convida a mergulhar nas complexas e muitas vezes dolorosas camadas de uma relação familiar. A narrativa se inicia com um prólogo impactante, onde a protagonista expressa uma raiva visceral ao ver o rosto de uma mulher em um jornal, um desejo de confrontar e socar a imagem que a persegue. Quem é essa figura enigmática com batom vermelho e cabelos negros como carvão, e qual o peso de sua presença na vida da narradora?
O livro habilmente costura o presente com ecos de um passado distante, vinte e um anos atrás, revelando gradualmente os segredos e traumas que moldaram as personagens. A aparente ternura do título "Com amor, mamãe" se revela uma ironia cruel, sugerindo que as mensagens de afeto materno podem, por vezes, carregar expectativas não correspondidas, ressentimentos profundos ou verdades ocultas que corroem os laços familiares.
Prepare-se para uma jornada emocional intensa, onde a autora explora as nuances da maternidade, da identidade e das escolhas que definem o destino. Com reviravoltas que desafiam a percepção do leitor, a obra questiona os limites do perdão e a verdadeira natureza do amor, mantendo o leitor cativado do início ao fim.
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