
Uma análise filosófica brutalmente lúcida sobre a patologia do nosso tempo. - Le Monde
Em "Capitalismo e Impulso de Morte", o renomado filósofo Byung-Chul Han mergulha nas profundezas da sociedade contemporânea para desvendar a face sombria do capitalismo. Ele argumenta que o que hoje celebramos como "crescimento" é, na verdade, uma proliferação descontrolada e cancerígena, um delírio de produção que se assemelha perigosamente a um impulso de morte coletivo.
Han explora como essa busca incessante por produtividade e expansão simula uma vitalidade superficial, enquanto oculta a iminência de uma catástrofe existencial. A obra analisa a autoalienação da humanidade, sugerindo que chegamos a um ponto em que a própria aniquilação pode ser experimentada como um gozo estético, ecoando as observações de Walter Benjamin sobre o fascismo.
Através de ensaios incisivos e entrevistas reveladoras, o autor disseca temas como a exploração total do ser humano no panóptico digital, o vazio atroz da existência moderna e a urgência de tudo. Ele questiona a impossibilidade de uma revolução em um sistema que nos consome por dentro, oferecendo uma crítica contundente à lógica que rege nosso mundo.
Este livro é um convite à reflexão profunda sobre os mecanismos ocultos que moldam nossa realidade, desafiando o leitor a confrontar as verdades incômodas sobre o preço do progresso e a natureza do nosso desejo. Uma leitura essencial para quem busca compreender as patologias da era digital e capitalista.
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