
por C.S. Lewis
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Intrigante, comovente, revelador. Uma obra-prima de C. S. Lewis que ressoa profundamente na alma. - The Guardian
Em 'Até que tenhamos rostos', C. S. Lewis, com sua inconfundível maestria narrativa, mergulha nas profundezas de um dos mitos mais antigos e fascinantes: a história de Cupido e Psique. No entanto, Lewis subverte a perspectiva tradicional, apresentando-a através dos olhos de Orual, a irmã mais velha e menos favorecida de Psique, no reino fictício de Glome. Orual, marcada pela inveja, pela culpa e por um amor complexo por sua irmã, narra uma jornada de autodescoberta e confronto com o divino.
Esta obra-prima, escrita no auge da carreira de Lewis, é uma exploração pungente da natureza humana, da beleza e do sacrifício. A narrativa intrincada desvenda as camadas da psique de Orual, enquanto ela luta para compreender os deuses, o destino de sua irmã e seu próprio lugar no mundo. É uma meditação profunda sobre o amor, a perda e a busca por uma verdade que transcende a compreensão meramente humana.
Lewis, conhecido por sua habilidade em infundir significado espiritual em suas ficções, utiliza este conto mítico para questionar a percepção da divindade e a forma como nos relacionamos com o sagrado. 'Até que tenhamos rostos' não é apenas uma história, mas um espelho que reflete nossas próprias falhas e anseios, convidando o leitor a uma reflexão sobre a fé, a redenção e a verdadeira natureza do amor incondicional.
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