
por Sófocles
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Um clássico eterno que ressoa com a força dos dilemas morais da humanidade. - The New York Review of Books
Antígona, a obra-prima atemporal de Sófocles, mergulha nas profundezas do conflito entre a lei divina e a lei humana, a consciência individual e a autoridade do Estado. Após a trágica guerra civil em Tebas, os irmãos de Antígona, Etéocles e Polinices, morrem em combate. Creonte, o novo rei, decreta que Etéocles seja honrado com um enterro digno, mas proíbe, sob pena de morte, o sepultamento de Polinices, considerado um traidor.
Desafiando a tirania e movida por um inabalável senso de dever familiar e religioso, Antígona decide sepultar seu irmão, cumprindo os ritos sagrados e honrando os deuses, mesmo sabendo das terríveis consequências. Sua coragem e determinação a colocam em rota de colisão com Creonte, que, cego por seu poder e orgulho, insiste em fazer valer sua lei acima de tudo.
A tragédia se desenrola em um embate de princípios, onde a teimosia de Creonte e a intransigência de Antígona levam a uma série de eventos catastróficos que afetam toda a sua família e o reino de Tebas. A peça explora temas universais como justiça, moralidade, poder, lealdade e o destino implacável, convidando à reflexão sobre os limites da autoridade e a força da convicção pessoal.
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