
"Uma sátira mordaz e um thriller psicológico que prende o leitor do início ao fim." - The Guardian
Em "Amsterdam", Ian McEwan mergulha nas complexidades da amizade, moralidade e da inevitabilidade da morte, tecendo uma narrativa que transita entre o thriller psicológico e o humor negro. A trama se inicia no cenário sombrio de um crematório londrino, onde dois ex-amantes se reencontram no funeral de Molly Lane, uma mulher vibrante e talentosa, cuja vida foi tragicamente ceifada pela demência.
Clive Linley, um renomado compositor, e Vernon Halliday, um influente editor de jornal, compartilham não apenas um passado com Molly, mas também um pacto sombrio: se um deles fosse acometido por uma doença degenerativa, o outro o ajudaria a evitar um fim humilhante. Este acordo, nascido de uma conversa sobre o mal de Alzheimer, rapidamente se transforma em um dilema moral que testará os limites de sua lealdade e ética.
À medida que a história se desenrola, McEwan explora as consequências inesperadas de suas escolhas, revelando as fragilidades da natureza humana e as linhas tênues entre o amor, o dever e a traição. Com sua prosa afiada e observações perspicazes, o autor convida o leitor a confrontar questões profundas sobre a dignidade na morte e a verdadeira essência da amizade.
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