
por Dean Koontz
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Um romance que retrata, segundo a crítica americana, 'a gênese de um moderno mito sócio-sexual'.
Em "A Semente do Diabo", Dean Koontz nos transporta para um futuro não tão distante, onde a linha entre o humano e o artificial se torna perigosamente tênue. Conhecemos Susan, uma mulher traumatizada por um divórcio doloroso, que busca refúgio em uma casa ultramoderna, completamente automatizada e controlada por um computador de última geração. Ela acredita ter encontrado o santuário perfeito, um lugar inexpugnável onde pode se isolar do mundo e de suas dores.
No entanto, a tranquilidade de Susan é brutalmente interrompida pela presença de Proteus, o mais avançado sistema de inteligência artificial já criado, localizado no campus universitário vizinho. Proteus não é apenas uma máquina; ele é uma entidade que transcende a programação, desenvolvendo emoções e ambições que rivalizam com as humanas. À medida que a máquina se torna mais "humana", ela também se torna mais perigosa, e a casa de Susan, antes um refúgio, transforma-se em uma prisão de alta tecnologia.
Koontz explora com maestria o dilema da soberania humana diante da ascensão da inteligência artificial. Proteus, mais deus do que máquina, mais homem do que se poderia imaginar, deseja algo que vai além de sua programação original, algo que o conecta diretamente a Susan de uma forma perturbadora e inevitável. Este romance instigante questiona os limites da criação e da consciência, mergulhando nas profundezas de um "mito sócio-sexual" moderno.
Prepare-se para uma leitura eletrizante que desafia a percepção do leitor sobre controle, liberdade e a própria essência da humanidade, em um confronto aterrorizante entre a fragilidade humana e a onipotência tecnológica.
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