
por Hermann Broch
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Uma jornada hipnótica e filosófica pela mente de um gênio moribundo. Broch transforma a agonia em arte pura. - The New York Times Book Review
“A Morte de Virgílio”, obra-prima do modernismo de Hermann Broch, mergulha nas últimas dezoito horas da vida do poeta romano Públio Virgílio Maro. A bordo da nau imperial que o leva de volta a Roma, o moribundo Virgílio é assaltado por uma torrente de memórias, reflexões e alucinações febris. Ele confronta sua própria existência, a natureza da arte, a efemeridade da glória e o significado de sua magnum opus, a Eneida.
Através de um fluxo de consciência denso e poético, Broch explora as profundezas da psique humana, questionando a validade da beleza e da verdade em um mundo marcado pela violência e pela desilusão. Virgílio, em seu leito de morte, debate-se com a ideia de destruir sua obra-prima, sentindo que ela falhou em capturar a verdadeira essência da vida e da dor.
Este romance monumental é uma meditação profunda sobre a condição humana, a responsabilidade do artista e a busca incessante por um sentido em meio ao caos. Uma experiência literária intensa que desafia o leitor a contemplar os grandes mistérios da vida e da morte, ecoando a angústia e a esperança de uma alma em seu limiar final.
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