
por Thomas S. Kuhn
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Uma obra que redefiniu nossa compreensão da ciência e seu progresso, influenciando gerações de pensadores. - The New York Times Book Review
A Estrutura das Revoluções Científicas, de Thomas S. Kuhn, é uma obra seminal que transformou a compreensão da história e da filosofia da ciência. Publicado pela primeira vez em 1962, este livro desafia a visão tradicional do progresso científico como um acúmulo linear de conhecimento, introduzindo o conceito revolucionário de "paradigma". Um paradigma é um conjunto de crenças, valores e técnicas compartilhadas por uma comunidade científica, que molda a "ciência normal".
Kuhn argumenta que o avanço científico não ocorre apenas por descobertas incrementais, mas por meio de "revoluções científicas", momentos de crise onde os paradigmas existentes são questionados e, eventualmente, substituídos por novos. Essas revoluções não são meras atualizações, mas verdadeiras mudanças de concepção de mundo, que alteram fundamentalmente a forma como os cientistas veem e interpretam a realidade.
Com uma análise profunda de exemplos históricos, desde a revolução copernicana até a teoria da relatividade, Kuhn explora como anomalias e crises levam à emergência de novas teorias e à reestruturação completa do campo científico. A obra provoca uma reflexão sobre a natureza do conhecimento, a objetividade científica e o papel da história na compreensão da ciência.
Essencial para estudantes e pesquisadores de filosofia, história e sociologia da ciência, este livro continua a ser um pilar para debates sobre a dinâmica do progresso humano e intelectual.
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