
Uma jornada hipnotizante através da culpa e da redenção, que ecoa na alma muito depois da última estrofe. - The Guardian
“A Balada do Velho Marinheiro” é a obra-prima poética de Samuel Taylor Coleridge, um dos pilares do Romantismo inglês. Publicado originalmente em 1798, este poema narrativo épico transporta o leitor para uma jornada marítima de terror e redenção. A história se desenrola através do relato assombroso de um velho marinheiro a um convidado de casamento, que é compelido a ouvir sua confissão.
A narrativa mergulha nas profundezas do sobrenatural quando o marinheiro comete um ato impensável: mata um albatroz, uma ave de bom presságio, durante uma expedição ao Polo Sul. Este crime profano desencadeia uma maldição terrível sobre o navio e sua tripulação, que perece sob circunstâncias macabras, deixando o marinheiro como o único sobrevivente, condenado a uma "morte-em-vida".
Atormentado pela culpa e pela solidão, o marinheiro é forçado a carregar o peso de sua transgressão, testemunhando visões fantasmagóricas e a beleza aterrorizante do oceano. Sua penitência o leva a uma busca por redenção, compartilhando sua história como um aviso e uma lição sobre a interconexão da vida e o respeito pela natureza. Uma exploração vívida da culpa, do castigo e da possibilidade de perdão, este poema continua a ressoar com sua poderosa imaginação e profundidade moral.
Faça login para compartilhar sua opinião com a comunidade
Seja o primeiro a avaliar este livro